A regra de ouro: deixe a IA escrever onde erros são baratos e óbvios, e use-a para revisar/refatorar onde erros são caros ou sutis. O fator decisivo é quanto custa verificar o resultado.
A regra de ouro: deixe a IA escrever onde erros são baratos e óbvios, e use-a para revisar/refatorar onde erros são caros ou sutis. O fator decisivo é quanto custa verificar o resultado.
Nesses casos o custo de um bug é baixo e você pode ler o resultado de cima a baixo.
Aqui você mantém a IA como um segundo par de olhos: ela sugere, você decide.
Cost of a bug LOW Cost of a bug HIGH
New code ✅ let AI write ⚠️ AI drafts, you verify hard
Existing code ✅ AI refactors ✅ AI reviews, you write the change
Escrever do zero é rápido mas a IA pode inventar APIs (alucinação) ou perder contexto que não consegue ver. Revisar é mais seguro mas mais lento e apenas tão bom quanto o contexto que você fornece. De qualquer forma você é o autor responsável — a IA é uma ferramenta, não a signatária do commit.
Julgar mal isso é onde o desenvolvimento assistido por IA falha: pessoas deixam a IA gerar lógica crítica que não conseguem verificar completamente, ou escrevem manualmente boilerplate trivial que a IA poderia ter produzido em segundos. Fazer corresponder o modo (escrever vs revisar/refatorar) ao custo de estar errado mantém você rápido nas coisas baratas e cuidadoso nas perigosas. A habilidade sendo testada é julgamento sobre onde gastar seu esforço de verificação — não se você consegue fazer prompt de uma IA.